Notícias
Por ano letivo

26 Nov 2018

Por indicação da Secretaria Regional da Educação e Cultura, através da Direção Regional da Educação, dado o previsível agravamento do estado do tempo para amanhã, 27/11/2018, foi determinada a não realização de atividades com alunos nas escolas do grupo Ocidental e Central.

A interrupção estende-se a todo o dia e a todas as escolas dos grupos Central e Ocidental.

Recomenda-se à população escolar a maior atenção aos conselhos e avisos do Serviço Regional de Proteção Civil.

 

 

19 Nov 2018

Esta é uma exposição itinerante constituída por um conjunto de 21 roll-ups de árvores nativas de Portugal, que estará disponível na nossa escola, das 8:20 às 17:30, entre os dias 12 e 23 de novembro de 2018, no átrio junto à biblioteca da escola.
As árvores nativas de Portugal são árvores que são originárias do território português. As 20 espécies selecionadas mostram a riqueza da nossa vegetação. Muitas destas espécies, pertencentes a diferentes famílias, seriam predominantes no nosso território caso não houvesse intervenção humana. As espécies escolhidas são bastante diversas, sendo algumas muito importantes do ponto de vista biológico e ecológico, outras do ponto de vista histórico e cultural e ainda outras do ponto de vista económico. A área de distribuição geográfica destas espécies, no seu conjunto, é muito ampla, abrangendo não só todo o território continental, mas também os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
A floresta nativa é um sistema complexo dominado pelas árvores, mas que também integra a restante flora, fauna, fungos e microorganismos.
Algumas das funções e utilizações mais importantes que podemos atribuir à floresta nativa são:

  • Amenização do clima;
  • Manutenção da qualidade do ar;
  • Armazenamento do carbono atmosférico (dependente da idade e tamanho das árvores que compõem a floresta);
  • Conservação da água e do solo;
  • Conservação da biodiversidade;
  • Preservação e melhoria da paisagem;
  • Proteção dos incêndios florestais;
  • Preservação dos valores históricos e culturais;
  • Promoção de atividade de recreio, educativas e de turismo;
  • Produção de bens não lenhosos (frutos silvestres, plantas medicinais e aromáticas, cogumelos, mel, pastoreio);
  • Produção de bens lenhosos (madeira, cortiça).


Garantir a conservação, promoção e gestão da floresta nativa é essencial para promover a sua preservação e, ao mesmo tempo para assegurar o bem-estar e o desenvolvimento socioeconómico das populações que vivem nos diferentes territórios portugueses.
Os objetivos desta exposição são: dar a conhecer as árvores nativas de Portugal à comunidade escolar e população em geral e o seu papel no sistema climático, focando-se no tema de valorização do território e ainda ficar a conhecer características, curiosidades e utilizações destas espécies.
A exposição é acompanhada de um Guia de exploração. De cada Roll-up consta uma foto da espécie e detalhes da folha/flor/fruto, nome comum e científico, utilizações comuns e ainda um QR-code para “saber mais”.
Assim, através desta exposição, poderemos aumentar o conhecimento sobre as espécies arbóreas nativas de Portugal numa perspetiva de “conhecer para defender”.
Aguardamos a sua visita!

O coordenador do programa Eco-Escolas: Márcio Silva

09 Nov 2018

Convida-se a comunidade educativa a assistir às cerimónias comemorativas do 22.º aniversário da ECCN, que decorrerão na próxima 2.ª e 3.ª feira, dia 12 e 13 de novembro, a partir das 20:00, no Auditório Municipal da Madalena.
Pode consultar o alinhamento completo das atividades que decorrerão durante o dia 12, no programa em anexo.

09 Nov 2018

COMUNICADO

Tendo o Conselho Executivo tomado conhecimento da divulgação nas redes sociais de um registo fotográfico associado a um empratamento de uma refeição escolar servida no refeitório da EBS da Madalena no dia 8 de novembro de 2018, e no seguimento de diversas observações e manifestações de desagrado, com generalização a todos os pratos da ementa-tipo do refeitório da Unidade Orgânica, cumpre-nos prestar aos Alunos, respetivos Pais e Encarregados de Educação um conjunto de esclarecimentos, bem como elencar algumas medidas já implementadas e outras a introduzir, para continuar a garantir que os aspetos mensuráveis, ou seja, os que não dependem da subjetividade do gosto individual, nomeadamente a quantidade de comida empratada e o modo como é confecionada, esteja em total conformidade com o caderno de encargos e demais orientações legais e nutricionais para o fornecimento de refeições escolares.

Para que este assunto seja devidamente enquadrado, esclarecemos o seguinte:

  1. As minutas dos cadernos de encargos para procedimentos contratuais de fornecimento e confeção de refeições escolares estão uniformizadas a nível regional no seguimento de estudos científicos publicados em matéria de alimentação, a saber Capitações de géneros alimentícios para refeições em meio escolar: fundamentos, consensos e reflexões”, publicada em 2015 pela Associação Portuguesa dos Nutricionistas, em colaboração com a Direção Geral da Saúde.
  2. Tanto o programa do procedimento concursal como o caderno de encargos são definidos em quase todos os seus atributos pela tutela, sendo o conselho administrativo da unidade orgânica o órgão responsável pela definição da estimativa anual de refeições ligeiras e completas, bem como por conduzir o processo em total respeito pelos trâmites legais dos procedimentos de contratação pública.
  3.  No caderno de encargos destacam-se a existência de ementas-tipo para toda a região, com a definição dos parâmetros obrigatórios para a composição, preparação e confeção das refeições, bem como a listagem de alimentos autorizados, no sentido de eliminar produtos prejudiciais à saúde dos alunos e dar enfâse aos alimentos que vão ao encontro da prática de um modelo alimentar saudável, definido por estudos científicos publicados e não por opinião pessoal.
  4.  As regras que constam do manual de refeitórios escolares saudáveis e que determinam o tipo de ementa a ser servida nos refeitórios escolares da região, também existem para os bares das escolas, havendo uma listagem de produtos a promover, a limitar e a não disponibilizar.
  5.  A quantidade de comida empratada nos refeitórios escolares é dependente das capitações em peso bruto e em pós-preparação em cru, variáveis em função do tipo de alimento e da faixa etária, bem como das ementas-tipo para a região, e não do prestador do serviço, seja ele concessionado a empresas certificadas e em regime de concorrência ou prestado diretamente pela unidade orgânica.
  6.  O Conselho Executivo sempre esteve e continuará a estar disponível para ouvir alunos pais e encarregados de educação a título pessoal ou pelas estruturas representativas, dando resposta a todas as reclamações devidamente fundamentadas, utilizando todos os mecanismos previstos no regime de criação, autonomia e gestão das unidades orgânicas do sistema educativo regional, para que os recursos humanos e materiais de que dispõe continuem a garantir um serviço educativo de qualidade, complementado com um funcionamento otimizado das diferentes estruturas.

Medidas concretas implementadas para o refeitório escolar

  1. Nos termos do n.º 1 do art 290º do Código dos Contratos Públicos, o Conselho Administrativo nomeou um gestor da execução do contrato com a função de acompanhar permanentemente a sua execução, dirigindo-se diariamente ao refeitório escolar para verificação de quantidades e prova da refeição.
  2. Intervenção imediata do Órgão de Gestão quer junto dos responsáveis pelo empratamento e confeção das refeições, quer junto dos responsáveis pelo prestador do serviço concessionado, quando nos são comunicadas no local e pelos meios adequados alegadas desconformidades na capitação e qualidade dos produtos confecionados.

 

Melhorias de procedimentos

  1. A verificação das capitações e do empratamento será complementada com informação visual que permita ao utilizador do refeitório escolar aferir se as quantidades estão corretas. Assim, será empratada e colocada em exposição uma refeição modelo que servirá de referência visual para as quantidades que devem ter no seu prato.
  2. Ficha de verificação diária relativa à capitação, qualidade de confeção e condições de transporte, quando aplicável, para ajudar no processo de tomadas de decisão.
  3. Envio de registo fotográfico do empratamento modelo para o responsável de cada estabelecimento do Pré-Escolar e 1.º ciclo da Unidade Orgânica, para verificação in loco.
  4. Medição da temperatura das refeições destinadas às escolas do pré-escolar e 1.º ciclo, no momento do empratamento e acondicionamento, bem como à chegada ao destino.

Anexam-se os manuais citados neste comunicado, do domínio público desde o seu lançamento.

 

O Conselho Executivo

 

Manual de Refeitórios Escolares Saudáveis -2017-2018

Capitações de Géneros Alimentícios para Refeições em Meio Escolar

Manual para os Bufetes Escolares